A liberdade que habita em mim
É um mar e nele navego,
Me lanço e me banho.
Numa paz profunda
E num contentamento infinito,
Sem amarras, o sentimento,
Outrora cego e cativo,
Hoje não erra, escolhe,
Os caminhos por onde transita.
Pouco à pouco, o véu se desfez,
A cortina se abriu,
Os olhos miraram
O sol, o céu, as árvores, o lago,
A vida, os sonhos e a beleza.
A pele sentiu o calor e o vento,
Agradáveis carícias.
E o coração sentiu,
Pela primeira vez,
A VIDA!
É um mar e nele navego,
Me lanço e me banho.
Numa paz profunda
E num contentamento infinito,
Sem amarras, o sentimento,
Outrora cego e cativo,
Hoje não erra, escolhe,
Os caminhos por onde transita.
Pouco à pouco, o véu se desfez,
A cortina se abriu,
Os olhos miraram
O sol, o céu, as árvores, o lago,
A vida, os sonhos e a beleza.
A pele sentiu o calor e o vento,
Agradáveis carícias.
E o coração sentiu,
Pela primeira vez,
A VIDA!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Maculável Mulher.
Por onde tu andares , lá estarei junto ... pois sempre que precisares de minha presença - com minhas mãos estendidas te recuperarei. Se…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Haicais sentido
Haicais sentido
Jorge E. Leal
Finjo no verão,
Não ver outras estações,
E curto as nuances. …
Julian Lael
Conluios
conluios maquetas inventários nada a limpo em momento algum ó, ninguém soube dizer como o velho barco ficara na praia por décadas, e de …
Darlan de Matos Cunha