Inanidade
O dia desliza por entre as nuvens,
O sol vai cortejando a lua,
Beijo diáfano de lábios reluzentes,
Declamando estrelas invisíveis,
Interlúdio perene dos astros,
Memorável poesia celeste.
Regressa a noite confidente,
Desabrochando os sonhos,
Bailando cerimoniosa no infinito,
Orbe fantástico sobre faces incendidas,
Tênue viagem ao decrépito sentir.
As paixões cálidas alegóricas,
Acenam ao platônico amor,
A flertar a fidelidade melancólica,
Que enrubescida ao caprichoso afeto,
Canta ao vento suas memórias,
Lírica melodia de tons aturdidos.
As vozes reprimidas silenciosas,
Ecoam enigmáticas nas trevas,
Lamuriando o volúvel desejo,
A gemer em suas voláteis aventuras,
Seduzindo a dúbia vontade consentida,
Ao lúgubre abraço excitado.
O sol vai cortejando a lua,
Beijo diáfano de lábios reluzentes,
Declamando estrelas invisíveis,
Interlúdio perene dos astros,
Memorável poesia celeste.
Regressa a noite confidente,
Desabrochando os sonhos,
Bailando cerimoniosa no infinito,
Orbe fantástico sobre faces incendidas,
Tênue viagem ao decrépito sentir.
As paixões cálidas alegóricas,
Acenam ao platônico amor,
A flertar a fidelidade melancólica,
Que enrubescida ao caprichoso afeto,
Canta ao vento suas memórias,
Lírica melodia de tons aturdidos.
As vozes reprimidas silenciosas,
Ecoam enigmáticas nas trevas,
Lamuriando o volúvel desejo,
A gemer em suas voláteis aventuras,
Seduzindo a dúbia vontade consentida,
Ao lúgubre abraço excitado.
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