Resquício
Sim, existo!
Meu coração sente o teu calor,
Percebendo-te além,
Nesta calmaria dos desejos,
Suave tentação aprazível abrigo,
Grata feminilidade selvagem,
Reservada ao íntimo confidente,
Laços surreais da afinidade.
Tua onipresença beija minha vontade,
Penosa saudade que me atina,
Aos epílogos transcendente de nós,
Eternos afrescos poéticos,
Estampados em nossas almas,
Enquanto dorme a noite silente.
Sim, Existo!
Sob o teu olhar que nos recria,
A cada memória evocada,
Feito a mais bela canção,
Sussurrada pelos teus lábios,
Poetizando baixinho a grandeza do amor,
Desenhada em nossos corpos sedentos,
Minúcias esculturais do querer absoluto,
A divagar pelo impetuoso infinito,
Revérbero instinto que nos pulsa.
Meu coração sente o teu calor,
Percebendo-te além,
Nesta calmaria dos desejos,
Suave tentação aprazível abrigo,
Grata feminilidade selvagem,
Reservada ao íntimo confidente,
Laços surreais da afinidade.
Tua onipresença beija minha vontade,
Penosa saudade que me atina,
Aos epílogos transcendente de nós,
Eternos afrescos poéticos,
Estampados em nossas almas,
Enquanto dorme a noite silente.
Sim, Existo!
Sob o teu olhar que nos recria,
A cada memória evocada,
Feito a mais bela canção,
Sussurrada pelos teus lábios,
Poetizando baixinho a grandeza do amor,
Desenhada em nossos corpos sedentos,
Minúcias esculturais do querer absoluto,
A divagar pelo impetuoso infinito,
Revérbero instinto que nos pulsa.
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