PRUDÊNCIA
Não te entregues às loucuras,
Considere-as, mas não as siga,
Seja o teu caminhar sem curvas,
Atentes para o que é retidão,
E não retires os teus pés do chão.
Os teus olhos sejam iluminados,
E as tuas carreiras moderadas,
Não insista em ir na contramão,
Procure decisões acertadas.
Não queira de imediato montões,
Granjeie-os de formas dosadas.
Não seja escravo dos prazeres,
Sejam os teus dias sem apertos,
Para que tantos olhos vermelhos,
A boca amarga, e passos tortos?
É mister ter brancos cabelos,
Ao final da jornada sem deveres.
Considere-as, mas não as siga,
Seja o teu caminhar sem curvas,
Atentes para o que é retidão,
E não retires os teus pés do chão.
Os teus olhos sejam iluminados,
E as tuas carreiras moderadas,
Não insista em ir na contramão,
Procure decisões acertadas.
Não queira de imediato montões,
Granjeie-os de formas dosadas.
Não seja escravo dos prazeres,
Sejam os teus dias sem apertos,
Para que tantos olhos vermelhos,
A boca amarga, e passos tortos?
É mister ter brancos cabelos,
Ao final da jornada sem deveres.
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