Cela dos sonhos
Eu sonho sonhos que respiram solidão
sonhos que estão presos aos seus erros,
e aos seus tropeços desastrosos.
sonhos que sonham em serem livres,
sonhos que desejam voar em todas as
direções possíveis. Atravessando todos os seus limites
em um só passo, em um só abraço dos seus abraços.
Sonhos imobilizados, mas que sonham em andar
livremente pelos os caminhos de um céu aberto,
sonhos que estão olhando atravéz de um pequeno
lugar aos seus desejos de ser um ser liberto.
E os seus dejesos lhes vem como um pássaro
que voar feliz em um céu azul, coberto nuvens
cantando alegremente uma suave canção que lhe trás paz
desaguando todos os oceanos abertos feitos de um amargo café,
cuspindo todas as possibilidades, rasgando-se como
um frágil papel incompleto.
Sonhos que estão presos em uma cela
ao desejo de uma manhã livre finalmente
ao desejo de ser, ao desejo de permitir-se correr,
livres de correntes.
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