SONETO

As tuas mãos desenham coisas tão bonitas
Linhas infinitas que se completam em cada ponto
Que me põem tonto admirando as habilidades
Da tua preciosa e discretamente arte

Olhando os teus rabiscos sinto sede
Sonhando teus riscados tenho medo
Velando os teus desenhos transfiguro
Medindo tuas figuras compreendo

O que nas entrelinhas me revelam
Silenciosamente como músicas
Aquebrantando os ritmos dos segredos

Acendendo a tua áurea de artista
Quando uno a ti os vértices do poema
Transcritos por teus ágeis e habilidosos dedos
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