MAL DE DALILA

Era no mar, dia de sol, uma alegria no sorriso, era belo como estar no paraíso.

Era cor vermelha, genuína flor, amor que rondou e circundou e deixou centelha.

Era o fogo, picada de abelha, foi carne na grelha, mordiscada e provada num jogo.

Era a fêmea, loba no cio, causando arrepio, num intenso calor, calafrio.

Foi paixão de dilacerar o coração, força de Sansão, por Dalila a enganação.

Era o medo, o segredo, tarde ou cedo, a verdade causa a morte em seu enredo.
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