Minha crença
“Eu sou teu deus”, ele me disse certa vez,
Com um ar mais arrogante que bendito
E a verdade é que eu o adoro,
Ele é meu deus e é o único no qual acredito.
E foi assim que passei a crer nesse deus
Forte e onipotente, cálido e sensual,
Rogo-lhe para levar-me ao paraíso
Divino com gosto de pecado original
Sagrada seja a luz daqueles olhos!
Ele é meu maior pecado, e única salvação
Minha perdição é em seus beijos e abraços
E amá-lo tanto é minha vocação.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
A beleza de teus seios.
Oh... minha amada quero você junto a mim - como as pétalas de rosas que estão a nascer - em uma manhã de claridade surreal - onde a bel…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*