PRECONCEITO E ÓDIO
A alma geme, treme o corpo, a dor
Os olhos choram lágrimas quentes
Numa sociedade onde o crime é a cor
Escorrem pela face, banham o peito
Soluços de agonia, gritos estridentes
Amarguras pelo sofrer sem ser aceito.
A vida é vermelho-carmesim nas veias
Em todos os homens não há distinção
Deixe o ódio e o preconceito em cadeias
Ninguém é melhor ou pior sem o sangue
A cor da pele não pode distinguir a razão
Somos socializados e irmãos, não gangue.
Negros, brancos, amarelos, e índios
A história nos conta grandes massacres
As cores e etnias escravas de latifúndios
Todas tiveram e sofreram seus acres.
Mas vermelho é o sangue nos vasos
Uma cor somente, que move as cores
Preconceito e ódio, milênios de atrasos
É a vida do espírito em todas as carnes.
Os olhos choram lágrimas quentes
Numa sociedade onde o crime é a cor
Escorrem pela face, banham o peito
Soluços de agonia, gritos estridentes
Amarguras pelo sofrer sem ser aceito.
A vida é vermelho-carmesim nas veias
Em todos os homens não há distinção
Deixe o ódio e o preconceito em cadeias
Ninguém é melhor ou pior sem o sangue
A cor da pele não pode distinguir a razão
Somos socializados e irmãos, não gangue.
Negros, brancos, amarelos, e índios
A história nos conta grandes massacres
As cores e etnias escravas de latifúndios
Todas tiveram e sofreram seus acres.
Mas vermelho é o sangue nos vasos
Uma cor somente, que move as cores
Preconceito e ódio, milênios de atrasos
É a vida do espírito em todas as carnes.