Vi um anjo
Como pode também ser anjo?
Idílica criatura humana celeste,
Trazendo no olhar a primavera inteira,
Resplandecendo no límpido sorriso,
A aurora balsâmica inundada de versos,
Semblante adorável de tez aprazível.
A beleza que te reveste é poesia,
Augusta estrofe encantada,
Matina espelho da esperança,
Uma flor a desabrochar nas manhãs,
No jardim solene do espírito,
Feito pássaro a explorar o céu.
A suavidade beija-lhe o nome,
Agitando as asas invisíveis de tua ternura,
Voejando por entre as nuvens da vida,
Divertindo-se na finitude de si,
Acariciando o infinito em teu coração,
Tocando a felicidade portal do paraíso.
Idílica criatura humana celeste,
Trazendo no olhar a primavera inteira,
Resplandecendo no límpido sorriso,
A aurora balsâmica inundada de versos,
Semblante adorável de tez aprazível.
A beleza que te reveste é poesia,
Augusta estrofe encantada,
Matina espelho da esperança,
Uma flor a desabrochar nas manhãs,
No jardim solene do espírito,
Feito pássaro a explorar o céu.
A suavidade beija-lhe o nome,
Agitando as asas invisíveis de tua ternura,
Voejando por entre as nuvens da vida,
Divertindo-se na finitude de si,
Acariciando o infinito em teu coração,
Tocando a felicidade portal do paraíso.
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