A morte inqueita

A morte nunca se aquieta, no máximo silencia, ou assovia um canto que pensamos ser o vento
Por desembainhar a minha espada me fartei tanto,
E deixe poemas expostos, firmes como caules de ideias, por onde a flor deveria brotar, mas se assenta
E de trincheiras escondida, inventa
Que o homems não ama, luta, mata 
Mais jamais seremos algozes, falo,
Embora tenhamos espadas
 
Charles Burck
58 Visualizações
Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.