Sou eu
Aqui sentado, ouço o canário, não que isso me faça mal, mas sinto-me inútil,
Preso a profissão escolhida, via de subsistência e esperança medíocre,
Mas essa é a época, esse é o agora e aqui vivo...
Alma antiga, muitas razões, pouco espaço, e assim vou...
Não tenho culpa, ninguém tem culpa,
Fecho os olhos e então vejo...escuto o silêncio em meus ouvidos...
Muitas idéias, poucas ações, sou eu...
Preso a profissão escolhida, via de subsistência e esperança medíocre,
Mas essa é a época, esse é o agora e aqui vivo...
Alma antiga, muitas razões, pouco espaço, e assim vou...
Não tenho culpa, ninguém tem culpa,
Fecho os olhos e então vejo...escuto o silêncio em meus ouvidos...
Muitas idéias, poucas ações, sou eu...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Liberdades e opioides
As chaves rodam soturnas, esperançosas de um voltar tardio Lá fora, o fumo passa ao dedo, em rodas, onde querem ver e ser vistos Circulam…
Rafael Gonçalves
Findar
Faz tempo que ser imortal era curto E o pânico vestia-se dessa brevidade Até que senti o quão frágil sou E que o melhor é perecer Já não…
Rafael Gonçalves
Abraço
Já não é um abraço. É muito mais É um arrepio na nuca descoberta É a reflexão no conforto do mo(vi)mento É o amor de Camões na simplicida…
Rafael Gonçalves
MMF
Na perda, diferentes formas de tempo moldam a ausência A tua História muito curta, no entanto, marcaste muitas Tornaste-as vãs pela belez…
Rafael Gonçalves