Morre um rio, morre vidas, morte devastadora pré anunciada.
Morre um rio, morre vidas, morte devastadora pré anunciada.
Já dizia Drummond sobre o Rio, que era doce, mas se amargou através das estatais.
Já dizia Sá e Guarabira, dói no coração, que algum dia o mar também vire sertão.
Dói ver vidas, perdidas, compadecidas, no aglomerado tóxico, que inocentemente chamamos de lama, que espalha o Cobre, o Cádmio, o Zinco e outros, indo de encontro ao mar.
Que já não basta ter suas águas, e vidas marinhas, sufocadas pelo plástico que jogamos desproporcionalmente por aí, nas nossas idas às praias.
Agora o "lamaçal" tóxico que a Vale despejou, e por cima de corpos inertes, se depositou.
Vidas que partiram cedo, vitimadas por falta de cuidados, de simplesmente de não saber dizer não, de não querer assinar um papel.
Vale que se perdeu.
Vidas doídas, se incapacitam ao caos.
Recomeçar é doloroso, é algo, que enfrentamos dia a dia.
A vida, só Deus tem o poder de tirar e nos dar, só Deus.
Mesmo com o livre arbítrio, o homem se apoderou e quer ser bem mais que o próprio Senhor. Quer ser dono de tudo, e nada têm em seu poder.
A Vale, desabrigou vegetais, e tantos outros espécies animais, logo, logo, não terá mais como minerar, pois a contaminação tóxica, nos leva a morte em doses homeopáticas.
A Vale, repousa corpos de entes que jamais serão esquecidos, num túmulo a céu aberto.
Isso, é Vale, isso é Brasil.
Isso é dor das Vítimas do Rio.
Teka Castro, escritora, professora da disciplina de Química, ambientalista e espiritualista.
Esse poema dedicação está em dois sites: http://escritas.org e http://etastic.com - leiam, comentem, partilhem.
Paz e bem.
Sites de pesquisa:https://gauchazh.clicrbs.com.br/geral/noticia/2015/11/poema-de-drummond-sobre-o-rio-doce-que-circula-em-redes-sociais-nunca-foi-publicado-em-livro-4905072.html
https://www.facebook.com/lucimeire.santos/videos/2070676932967656/?t=93
https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2019/02/veja-como-funcionava-a-mina-da-vale-em-brumadinho-e-entenda-a-tragedia.shtml
Já dizia Drummond sobre o Rio, que era doce, mas se amargou através das estatais.
Já dizia Sá e Guarabira, dói no coração, que algum dia o mar também vire sertão.
Dói ver vidas, perdidas, compadecidas, no aglomerado tóxico, que inocentemente chamamos de lama, que espalha o Cobre, o Cádmio, o Zinco e outros, indo de encontro ao mar.
Que já não basta ter suas águas, e vidas marinhas, sufocadas pelo plástico que jogamos desproporcionalmente por aí, nas nossas idas às praias.
Agora o "lamaçal" tóxico que a Vale despejou, e por cima de corpos inertes, se depositou.
Vidas que partiram cedo, vitimadas por falta de cuidados, de simplesmente de não saber dizer não, de não querer assinar um papel.
Vale que se perdeu.
Vidas doídas, se incapacitam ao caos.
Recomeçar é doloroso, é algo, que enfrentamos dia a dia.
A vida, só Deus tem o poder de tirar e nos dar, só Deus.
Mesmo com o livre arbítrio, o homem se apoderou e quer ser bem mais que o próprio Senhor. Quer ser dono de tudo, e nada têm em seu poder.
A Vale, desabrigou vegetais, e tantos outros espécies animais, logo, logo, não terá mais como minerar, pois a contaminação tóxica, nos leva a morte em doses homeopáticas.
A Vale, repousa corpos de entes que jamais serão esquecidos, num túmulo a céu aberto.
Isso, é Vale, isso é Brasil.
Isso é dor das Vítimas do Rio.
Teka Castro, escritora, professora da disciplina de Química, ambientalista e espiritualista.
Esse poema dedicação está em dois sites: http://escritas.org e http://etastic.com - leiam, comentem, partilhem.
Paz e bem.
Sites de pesquisa:https://gauchazh.clicrbs.com.br/geral/noticia/2015/11/poema-de-drummond-sobre-o-rio-doce-que-circula-em-redes-sociais-nunca-foi-publicado-em-livro-4905072.html
https://www.facebook.com/lucimeire.santos/videos/2070676932967656/?t=93
https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2019/02/veja-como-funcionava-a-mina-da-vale-em-brumadinho-e-entenda-a-tragedia.shtml
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