Maresia amordaçada

Na penumbra da minha solidão repousa
Um sonho quase encurralado
Fica de vigia durante a noite que se
Entranha pelas frestas deste silêncio dissimulado
Dentro do intimidante olhar perscruto a noite
Que se ausenta ao sabor de uma onda estimulada
Deixo todas as tenras brisas fluir na imutável
Bebedeira de palavras poéticas e bem arquitectadas
A memória ficou inalterável, tão avassalada
Rendida a tanta saudade que trepida arrojada
Até desatar os nós a cada caricia ali estatelada
Jorra do silêncio um mar de lamentos vigorosos
Despertam na maresia que ficou amordaçada
A uma réstia de emoções saborosas e aduladas
Frederico de Castro
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Sinto pedaços de ilusões
Adejando em minha mente,
São vel…
Armando A. C. Garcia
zumbilésbia
ela foge e a cidade está tomada o camarada surge em sua mente qual mestre dos magos orientando-lhe na fuga que a situação é de luta todos…
Kátia Surreal
If I didn't had your love
If I didn't had your love My Father I would not be able to live Without your love Please Father give me Some love Because I know that You…
Aldo gabbay kraas
as músicas que escolho
posto poucas não há segredos só pretextos uma falsa trilha sonora regendo o percurso do dia hoje então me descubro quase um segundo quem…
Kátia Surreal