POEMA DO SOLITÁRIO
Aqui na beira do cais
Vendo o tapete de camalote passar
Cá me encontro perdido
Na solidão dos meus dias
E a poesia se implanta
Docemente em minha mente
E o Farol Balduíno pisca-pisca
E o navio Guarapuava
Apita dando adeus à cidade
O Rio Paraguai vai correndo
Os jacarés espreguiçam na praia
As aves cruzam o céu pantaneiro.
E o gado vai caindo nas águas barrentas
Enquanto o peão faz o aboio
E logo-logo a boiada toda
Já atravessou o rio rumo à cidade.
E eu aqui lasso devorado pelo cansaço
Versejo o meu canto solitário.
Vendo o tapete de camalote passar
Cá me encontro perdido
Na solidão dos meus dias
E a poesia se implanta
Docemente em minha mente
E o Farol Balduíno pisca-pisca
E o navio Guarapuava
Apita dando adeus à cidade
O Rio Paraguai vai correndo
Os jacarés espreguiçam na praia
As aves cruzam o céu pantaneiro.
E o gado vai caindo nas águas barrentas
Enquanto o peão faz o aboio
E logo-logo a boiada toda
Já atravessou o rio rumo à cidade.
E eu aqui lasso devorado pelo cansaço
Versejo o meu canto solitário.
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