Vínculo
Vai a alma sonhando com amor,
Com a inocência de uma criança,
Rebuscando o infinito em suas fantasias,
Esquadrinhando as memórias,
Brincando com as nuvens no céu,
Sabendo que não são mais de algodão,
Apenas um reflexo da pureza.
Vai o ser no silêncio da noite,
Tentando moldar as herméticas emoções,
Bolsões de uma humanidade em fúria,
Travestida de uma paz angustiante,
Camuflada em requintes de gentileza,
Chicoteando com seus lapsos transitórios,
Enquanto não chega a tempestade.
Vai a vida em seus contrapontos,
Dialogando com a vaidade capciosa,
Apaixonado enredo malfazejo,
Metamorfoseando a flor da juventude,
A flertar com a singular senilidade,
Envoltório do tempo apressado,
Sob flashes da pávida morte.
Com a inocência de uma criança,
Rebuscando o infinito em suas fantasias,
Esquadrinhando as memórias,
Brincando com as nuvens no céu,
Sabendo que não são mais de algodão,
Apenas um reflexo da pureza.
Vai o ser no silêncio da noite,
Tentando moldar as herméticas emoções,
Bolsões de uma humanidade em fúria,
Travestida de uma paz angustiante,
Camuflada em requintes de gentileza,
Chicoteando com seus lapsos transitórios,
Enquanto não chega a tempestade.
Vai a vida em seus contrapontos,
Dialogando com a vaidade capciosa,
Apaixonado enredo malfazejo,
Metamorfoseando a flor da juventude,
A flertar com a singular senilidade,
Envoltório do tempo apressado,
Sob flashes da pávida morte.
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