Entre nadas
O passado bate a porta cobrando o que poderia ser
É tão difícil seguir seu caminho sabendo o que deixou para traz
Mas parar a vida não para o relógio
O tempo não espera você se sentir melhor
E a escolha óbvia e dar-lhe a mão e seguir em frente
Deixando para traz o que o tempo não deixou
Mas de obviedade não se faz a vida
São as incertezas que nos tomam os pensamentos
E de incerto, o certo sempre irá fracassar
Não busque coerência de quem vive pelo coração
Não espere menos que loucura de quem dela vive
E de loucuras viverei a vida
Deixando o óbvio pra quem dele se contenta
São das loucuras que retiro os sorrisos no meio da tarde
E louco como sou, vivo entre loucuras
Às vezes buscando o óbvio só para descansar
Pois da vida eu busco o contrário
Quero o oposto
Amarei sempre como se tudo fosse pelo amor
E por ele que faço loucuras
É tudo o que me faz sorrir entre nadas
É tão difícil seguir seu caminho sabendo o que deixou para traz
Mas parar a vida não para o relógio
O tempo não espera você se sentir melhor
E a escolha óbvia e dar-lhe a mão e seguir em frente
Deixando para traz o que o tempo não deixou
Mas de obviedade não se faz a vida
São as incertezas que nos tomam os pensamentos
E de incerto, o certo sempre irá fracassar
Não busque coerência de quem vive pelo coração
Não espere menos que loucura de quem dela vive
E de loucuras viverei a vida
Deixando o óbvio pra quem dele se contenta
São das loucuras que retiro os sorrisos no meio da tarde
E louco como sou, vivo entre loucuras
Às vezes buscando o óbvio só para descansar
Pois da vida eu busco o contrário
Quero o oposto
Amarei sempre como se tudo fosse pelo amor
E por ele que faço loucuras
É tudo o que me faz sorrir entre nadas
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