Ó MINH´ALMA, CALMA! - VI
O mundo
em desalinho, o tempo célere e
ela, [a alma],
(...) tecendo
versos, numa poesia frenética
e cheia de urgência;
Quando
pensa que está tudo sob controle,
vem o vento norte
(...) e arrasta
todos os seus pensamentos, já tão
dispersos.
Ó minh´alma,
calma!
em desalinho, o tempo célere e
ela, [a alma],
(...) tecendo
versos, numa poesia frenética
e cheia de urgência;
Quando
pensa que está tudo sob controle,
vem o vento norte
(...) e arrasta
todos os seus pensamentos, já tão
dispersos.
Ó minh´alma,
calma!
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