LÁBIOS DE FIGUEIRA
Maldigo, maldigo...
O lúdico sabor alquímico
No aroma doce de figo
Veludo áspero, cítrico
Saliva em ode e castigo
Cianureto caustico
Figo, figo, figo!
Fruto do pânico
E do frenesi mendigo
Mágico e retórico
Figo, figo, figo!
Cálice tetânico
Veneno e jazigo
Dum beijo evangélico
Figo, figo, figo!
Cenário psíquico
Desejo inimigo
No desmaio angélico
Que me contradigo
No delírio silábico
Bendigo, bendigo...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski