Zé e sua tendência sem volta
Fica ai na tua zé
E não experimenta outra saída
Mas não cansa de procurar um lugar pra descansar
Sem antes se atualizar.
Nem irrompe zé com teu antigo e friso conhecimento
Já não está cansado de esperar?
nos teus carinhos só escuto saudade.
Te vejo aí Zé estupefato
Com a mudança cotidiana
Esmurrando os mesmo trapos pra poder projetiar
Não estás exausto Zé?
De tanta fisionomia dessas coisas desgraçadas.
Olha pra todo lado Zé, vê tem tudo ai já dado
Tens ao menos que estirar o braço,
É preciso ser conquistado,
Espaço dado paradoxalmente retirado!
Não há razão zé,
A isso chamamos de ilusão ou mentira
De des-visão, um desvio da visão partida no instantaneo ato da vida.
Mas descubra-se Zé
Vai para frente daquela água que espelha tua essencia
E não apenas a aparencia que insiste a encandiar,
Te procura além dos retratos
Te desvenda adentrando nos atos que fazes sem ver
É preciso se ater em ti e não negar
Mas sim aceitar quem tendes a ser.
Mas perde-se Zé
Quando enfim se encontrar
Para se desatualizar o atual passado
O instante é certo, pois é agora
Agora vê se não demora Zé
Pois o tempo vai embora.
Outro Zé, outra vez,
Que seja tudo de novo numa nova vez
Se refaça igualmente.
E não experimenta outra saída
Mas não cansa de procurar um lugar pra descansar
Sem antes se atualizar.
Nem irrompe zé com teu antigo e friso conhecimento
Já não está cansado de esperar?
nos teus carinhos só escuto saudade.
Te vejo aí Zé estupefato
Com a mudança cotidiana
Esmurrando os mesmo trapos pra poder projetiar
Não estás exausto Zé?
De tanta fisionomia dessas coisas desgraçadas.
Olha pra todo lado Zé, vê tem tudo ai já dado
Tens ao menos que estirar o braço,
É preciso ser conquistado,
Espaço dado paradoxalmente retirado!
Não há razão zé,
A isso chamamos de ilusão ou mentira
De des-visão, um desvio da visão partida no instantaneo ato da vida.
Mas descubra-se Zé
Vai para frente daquela água que espelha tua essencia
E não apenas a aparencia que insiste a encandiar,
Te procura além dos retratos
Te desvenda adentrando nos atos que fazes sem ver
É preciso se ater em ti e não negar
Mas sim aceitar quem tendes a ser.
Mas perde-se Zé
Quando enfim se encontrar
Para se desatualizar o atual passado
O instante é certo, pois é agora
Agora vê se não demora Zé
Pois o tempo vai embora.
Outro Zé, outra vez,
Que seja tudo de novo numa nova vez
Se refaça igualmente.
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