EM PROL DO AMOR

Ao ver o sol, a ver o mar, com o coração duro sem o desejo de amar. O som da gaita, um pendão arvorado, o choro de uma criança num peito desmamado. A ama-seca, o leite avultado, a alegria da criança, o choro consolado. E viver era doar o coração sem saber que a ilusão morava ali ao ver o sol e ver o mar. E a vida passa e não nos damos conta de que amar é preciso, amar ao outro como se nunca houvesse amado. E a vida nos arrasta e nos tornamos fúteis e perdemos a essência desse sentimento. Há a urgente necessidade de amar o amor de mãe, amor de pai, amor de irmãos, amor de semelhantes. Há de se anunciar aos gritos, aos quatro cantos do mundo que amar é preciso, nos microfones, nas mídias informar que o amor é justo. É necessário, é obrigatório o amor, é necessário em todas as nações um manifesto em prol do amor. Examinemo-nos.
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