EM PROL DO AMOR
Ao ver o sol, a ver o mar, com o coração duro sem o desejo de amar. O som da gaita, um pendão arvorado, o choro de uma criança num peito desmamado. A ama-seca, o leite avultado, a alegria da criança, o choro consolado. E viver era doar o coração sem saber que a ilusão morava ali ao ver o sol e ver o mar. E a vida passa e não nos damos conta de que amar é preciso, amar ao outro como se nunca houvesse amado. E a vida nos arrasta e nos tornamos fúteis e perdemos a essência desse sentimento. Há a urgente necessidade de amar o amor de mãe, amor de pai, amor de irmãos, amor de semelhantes. Há de se anunciar aos gritos, aos quatro cantos do mundo que amar é preciso, nos microfones, nas mídias informar que o amor é justo. É necessário, é obrigatório o amor, é necessário em todas as nações um manifesto em prol do amor. Examinemo-nos.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia
A força inexplicável ! - (soneto) - 25/07/2026
A força inexplicável, chamada sorte,
Como não é constante no indivíduo,
Por não ser ela um predicado assíduo
N…
Armando A. C. Garcia