O dilema do querer
O querer
Talvez seja tudo
Ou até mesmo nada
Talvez a porta do céu
Quem sabe a boca do inferno
E entre os fluidos da existência
O enigma do destino
Desperta a inquietude das mentes
O poder
Talvez esteja logo a frente
Talvez já exista
Ou nem exista
Mas de que vale viver
Quebrando a harmonia dos chacras
Quando o pulso central deveria indicar
Aonde nós levaremos o vento?
E entre pálidos sacrifícios racionais
O dom de sentir vai a nocaute
Com aplausos externos inválidos
Cegos ao brilho da essência
E o globo mental se enche
De tecidos ocos de verdade
De sentidos pobres de sentido.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
vou me expandindo enquanto você silencia
é isso aí vou me expandindo enquanto você não diz quem se cala abre portas para a polissemia e o que não disser sou ator minha cena inici…
Kátia Surreal
Caverna do Amor
Depois de cruzarmos
os cem metros em direção
à Caverna do Amor,
render-me mansamente
aos seus predicados,
Permitindo que o…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
ABORTO - (I) e (II)
ABORTO - (I)
Medo, angústia, desespero, remorso
Com maior ou menor repercussão
Em função do nível…
Armando A. C. Garcia
Abominação - 08/08/2012
Abomino o ódio e a farsa
O álcool, o vício e a droga,
Corrupção e o comparsa,
A mentira de quem roga.
…
Armando A. C. Garcia