NA MINHA FRAQUEZA

Na minha fraqueza pensei que já não haviam mais esperanças, tanto choro, tanta angústia, nenhuma luz, rubor na face ante a escuridão, tais os sons melancólicos dos pombos eram os meus gemidos, sofridos em busca de perdão. Sem entender os meus caminhos que seguiam tortos por veredas sem paz, rastejando no pó sorvendo somente o que mais morto te faz, sem brilho nos olhos, semblante arriado pelo peso das culpas por tantos pecados. Na sarjeta padecendo sem vida, ergui os meus olhos e eis que senti a mão de Deus estendida, que leva à redenção, e os meus ouvidos ouviram uma voz que disse: filho segure firme a minha mão e não a soltes mais, se fores fiel e atentares com o teu coração para as minhas palavras, a formosura porei em teu rosto e te livrarei de atual e de futuro desgosto.
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