IPTU - 2014 - São Paulo
IPTU - 2014 - São Paulo
IPTU escorchante
Que o PT quer impor
De escalada galopante
Este governo, é o pior
Falam em trinta por cento
Comercial, quarenta e cinco
Isso é falta de bom senso
Para um telhado de zinco
Os senhores vereadores
A quem pagamos salário,
Não defendem os pavores
Do povo, já no calvário
Afinal, não nos atendem
Como seria o curial
Ao invés disso defendem
O erário municipal
De que nos serve afinal
O bando de engravatados
De caráter abissal
Que só nos deixa frustrados
O publicano Municipal
Quer abarrotar os cofres
Pouco importa, passe mal
O povo, com estes chofres
Se perder sua casinha
Por falta de pagamento
À Prefeitura a aninha
Sem qualquer arrependimento
Tem gente que já não dorme
Tamanha sua depressão.
Em exagero, tão disforme
O aumento é campeão
Se confirmado o exagero
Tem gente, que não vai comer.
Bate forte, o desespero
De sua casa, perder.
Para o alcaide Petista,
Pouco importa nossa gente
Ele manda fazer a lista
O povo, que aguente...
É programa planejado
Para o povo enfraquecer
Deixá-lo aniquilado
Pro comunismo crescer
Essa gente que aí está
Não tem fé, nem coração
Está mais para satã
Que pro rei da criação
É o governo do PT,
O que, tanto prometia,
Bom, que agora o povo vê,
Que só mentira dizia.
Nunca, se elevou em tanto
O percentual de imposto
Nosso povo é um santo
Se aceitar o exposto
Tira da boca a comida
De muito pobre coitado
Será uma vida sofrida
Nas costas do eleitorado
É essa a consideração
Por quem sufragou seu voto
Nessa mísera agremiação
Que agora, arranca o escroto
Ó povo que vai pras ruas
Faz falta o teu refrego
Tens a força duma grua
Não fiques nesse sossego
Não esperes complacência
De quem não tem comiseração
O aumento é congruência
Da Câmara, sem oposição
Entre edis e capitão
Já tudo foi acertado
Causa nojo e aversão
O ajuste pactuado !
São Paulo, 12/10/2013
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:
brisadapoesia.blogspot.com
IPTU escorchante
Que o PT quer impor
De escalada galopante
Este governo, é o pior
Falam em trinta por cento
Comercial, quarenta e cinco
Isso é falta de bom senso
Para um telhado de zinco
Os senhores vereadores
A quem pagamos salário,
Não defendem os pavores
Do povo, já no calvário
Afinal, não nos atendem
Como seria o curial
Ao invés disso defendem
O erário municipal
De que nos serve afinal
O bando de engravatados
De caráter abissal
Que só nos deixa frustrados
O publicano Municipal
Quer abarrotar os cofres
Pouco importa, passe mal
O povo, com estes chofres
Se perder sua casinha
Por falta de pagamento
À Prefeitura a aninha
Sem qualquer arrependimento
Tem gente que já não dorme
Tamanha sua depressão.
Em exagero, tão disforme
O aumento é campeão
Se confirmado o exagero
Tem gente, que não vai comer.
Bate forte, o desespero
De sua casa, perder.
Para o alcaide Petista,
Pouco importa nossa gente
Ele manda fazer a lista
O povo, que aguente...
É programa planejado
Para o povo enfraquecer
Deixá-lo aniquilado
Pro comunismo crescer
Essa gente que aí está
Não tem fé, nem coração
Está mais para satã
Que pro rei da criação
É o governo do PT,
O que, tanto prometia,
Bom, que agora o povo vê,
Que só mentira dizia.
Nunca, se elevou em tanto
O percentual de imposto
Nosso povo é um santo
Se aceitar o exposto
Tira da boca a comida
De muito pobre coitado
Será uma vida sofrida
Nas costas do eleitorado
É essa a consideração
Por quem sufragou seu voto
Nessa mísera agremiação
Que agora, arranca o escroto
Ó povo que vai pras ruas
Faz falta o teu refrego
Tens a força duma grua
Não fiques nesse sossego
Não esperes complacência
De quem não tem comiseração
O aumento é congruência
Da Câmara, sem oposição
Entre edis e capitão
Já tudo foi acertado
Causa nojo e aversão
O ajuste pactuado !
São Paulo, 12/10/2013
Armando A. C. Garcia
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