NINGUÉM
Ninguém busca um poema perfeito
Nem quem o lê, nem quem o faz
Buscamos juntos um texto justo
Que dê sentido ao existir
Desses que complementam o agora
Que interrompem o vazio das horas
Iludem e abonam as perspectivas
Descartam as aparas da agonia
Balançam as expectativas da mente
E nos faz sentir qualquer item
Absurdo, conjuntural e diferente
Do momento que se vivencia
Nas palavras singulares e plurais
De resto nada mais é importante
Exceto a delicada e sinuosa opção
Incontestável de poder amar
Nem quem o lê, nem quem o faz
Buscamos juntos um texto justo
Que dê sentido ao existir
Desses que complementam o agora
Que interrompem o vazio das horas
Iludem e abonam as perspectivas
Descartam as aparas da agonia
Balançam as expectativas da mente
E nos faz sentir qualquer item
Absurdo, conjuntural e diferente
Do momento que se vivencia
Nas palavras singulares e plurais
De resto nada mais é importante
Exceto a delicada e sinuosa opção
Incontestável de poder amar
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