A minha paz
Absorta me acho no meio do nada
Leva-me o vento norte, o pensamento
Esquecendo a maldade, o vil tormento
E regresso menos desanimada.
Luto pelo amor, feito uma danada
Com a alma arejada, com forte alento
Disposta a tudo, a lutar sem lamento
Tendo só para mim, a cousa amada.
E muito briosa do meu lutar
Canto as venturas e a paixão vivida
E jamais canso de o amor celebrar.
Agora, com a alma já sem ferida
Vivo a vida eternamente a cantar
A paz conquistada, não oferecida.
Lucibei@poems
Lúcia Ribeiro
In “Sonetando “
Modocromia Edições
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski