NEM SEMPRE É POR FRIO
Quando o pelo eriça nem sempre é por frio.
Na maioria das vezes é a preguiça,
O pensamento vadio,
E a própria delicia que se apropriam da gente,
E traz por todo o corpo um suave arrepio.
Pode ser a incontrolável vontade de explodir
O vazio que causa a saudade.
Pode ser a maldade dos anjos
Brincando de esconde-esconde com nosso brio.
Talvez a espera do alguém distante em sintonia
Ou o estrago que causa engolir palavras
Que não possam ser ditas quando a gente entedia.
Imensa casa em que tudo inquieta em seu lugar.
Meus pés pelo chão gelado, deserto, estéril
Procuram teus rastros, teus saltos, as migalhas do teu andar.
E na moldura da noite no perfume do quarto onde estás
Parece que vejo descansar inocente na fria cama
A fina roupa que adornou teu corpo e aqueceu tua pele
Agora nua, solta, viva, sedenta de amar.
Na maioria das vezes é a preguiça,
O pensamento vadio,
E a própria delicia que se apropriam da gente,
E traz por todo o corpo um suave arrepio.
Pode ser a incontrolável vontade de explodir
O vazio que causa a saudade.
Pode ser a maldade dos anjos
Brincando de esconde-esconde com nosso brio.
Talvez a espera do alguém distante em sintonia
Ou o estrago que causa engolir palavras
Que não possam ser ditas quando a gente entedia.
Imensa casa em que tudo inquieta em seu lugar.
Meus pés pelo chão gelado, deserto, estéril
Procuram teus rastros, teus saltos, as migalhas do teu andar.
E na moldura da noite no perfume do quarto onde estás
Parece que vejo descansar inocente na fria cama
A fina roupa que adornou teu corpo e aqueceu tua pele
Agora nua, solta, viva, sedenta de amar.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski