Daí se somos diferentes?
Se você anda de carro importado,
E eu ando a pé?
Se adoro fumar quando tenho vontade,
Tomar um bom uísque,
Ou quem sabe uma boa cachaça,
Seja em casa ou num botequim?
Qual o problema se ando de carro velho,
Se estou fora de moda,
Se falo palavrão ou não?
Fora daqui com tanta hipocrisia,
Vida de aparências para agradar o freguês,
Esta louca vida de insanidades,
Nas camadas sociais de intempéries,
Repletas de esquisitices chatas.
Mulheres são mulheres,
Homens são homens,
Travestidos ou não de suas escolhas,
Estamos todos fadados a velhice,
Toda sorte de emoções,
Com a morte a caminhar ao nosso lado,
A esperar o momento exato,
Ou atender os apressados.
Com rima ou sem rima,
Métrica ou sem métrica,
Se é um poema ou não,
Pouco me importa as convenções,
Nesta confusão de verdades vazias,
Nudez das massas revestidas de santidade.
Risos, muitos risos para este mundo,
E seus artistas de mil faces,
Palmas para os desavisados,
Os sãos e suas certezas,
Bebendo-se da sua imortalidade,
Na imbecil clareza dos seus atos.
Daí se esta poesia não faz sentido?
Saiba que também não me importo,
Pare de ler antes que enlouqueça,
Ou me chame de energúmeno,
Beijando minha ignorância aos seus olhos,
Contamine a sua razão(Risos).
Há coisas que importamos sem precisar,
Outras que deveríamos nos importar,
E simplesmente não ligamos,
Nosso tempo é apressado demais,
Até mesmo para continuar vivendo,
Sob tanta pressão de ser gente.
Vou parar por aqui,
Faltou alguma coisa a dizer?
Daí, o que me importa?
Siga as suas conclusões,
Há muitas coisas a dizer,
Mas não sou dono da verdade,
Estou apenas tentando quem sabe,
Me rebelar num provável poema.(Risos)
Se você anda de carro importado,
E eu ando a pé?
Se adoro fumar quando tenho vontade,
Tomar um bom uísque,
Ou quem sabe uma boa cachaça,
Seja em casa ou num botequim?
Qual o problema se ando de carro velho,
Se estou fora de moda,
Se falo palavrão ou não?
Fora daqui com tanta hipocrisia,
Vida de aparências para agradar o freguês,
Esta louca vida de insanidades,
Nas camadas sociais de intempéries,
Repletas de esquisitices chatas.
Mulheres são mulheres,
Homens são homens,
Travestidos ou não de suas escolhas,
Estamos todos fadados a velhice,
Toda sorte de emoções,
Com a morte a caminhar ao nosso lado,
A esperar o momento exato,
Ou atender os apressados.
Com rima ou sem rima,
Métrica ou sem métrica,
Se é um poema ou não,
Pouco me importa as convenções,
Nesta confusão de verdades vazias,
Nudez das massas revestidas de santidade.
Risos, muitos risos para este mundo,
E seus artistas de mil faces,
Palmas para os desavisados,
Os sãos e suas certezas,
Bebendo-se da sua imortalidade,
Na imbecil clareza dos seus atos.
Daí se esta poesia não faz sentido?
Saiba que também não me importo,
Pare de ler antes que enlouqueça,
Ou me chame de energúmeno,
Beijando minha ignorância aos seus olhos,
Contamine a sua razão(Risos).
Há coisas que importamos sem precisar,
Outras que deveríamos nos importar,
E simplesmente não ligamos,
Nosso tempo é apressado demais,
Até mesmo para continuar vivendo,
Sob tanta pressão de ser gente.
Vou parar por aqui,
Faltou alguma coisa a dizer?
Daí, o que me importa?
Siga as suas conclusões,
Há muitas coisas a dizer,
Mas não sou dono da verdade,
Estou apenas tentando quem sabe,
Me rebelar num provável poema.(Risos)
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