Tanta água estragada, um oceano suspenso no ar
Agora, como beber esta vida
E fervo-me em gotas de fogo e seco e choro e grito montanhas d'água, sou todo pó
O espelho do quarto a molhar-me de vida, mas mergulho nele e quebro-a
Logo, cacos inundam o céu. Tudo emundado, é hora de comer o tempo e vomitar a vida que Molhada por “peixe é lágrima”, chora, aurora da minha vida, nascida num Buraco Negro
Que eu não tive nem paz nem trevas, nada
Agora, como beber esta vida
E fervo-me em gotas de fogo e seco e choro e grito montanhas d'água, sou todo pó
O espelho do quarto a molhar-me de vida, mas mergulho nele e quebro-a
Logo, cacos inundam o céu. Tudo emundado, é hora de comer o tempo e vomitar a vida que Molhada por “peixe é lágrima”, chora, aurora da minha vida, nascida num Buraco Negro
Que eu não tive nem paz nem trevas, nada
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Circuncisão .
Minha figura não é das mais belas > nem das mais obscuras , mas nem por isso deixo de observar as belas mulheres , que passam pela min…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Cogumelos .
O mundo escuro da solidão > partiu para um amanhecer , onde os céus são vários - onde as vidas latentes são várias , onde se mata e …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Os ombros
Os ombros . Ir é o que há até mesmo com o que houver em falta: os grãos de uma coragem já quase de todo esquecida ir com o peso da a…
Darlan de Matos Cunha
Orquídeas negras
Coloquei o esplendor de orquídeas negras,
para observar os senhores das guerras.
Revigoro a memória corpórea como quem
dança a …
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski