Ao meu amigo
A você, meu amigo, que a tudo perscruta.
Que sente a dor e a tristeza de saber.
Sempre oprimido, arrancado e esquecido.
A você, dedico estes versos.
Sei que nada podemos, e a todo instante queremos mudar o mundo.
Mas, permita dizer-te: Você mudou o meu.
Sem mais abismos, sem mais trovoadas.
Só o sol resplandecente, o vento sul a soprar e a carregar o pólen da vida.
A você, meu amigo, a quem muito devo e a quem pertenço.
Entrego a ti, algo que não se vê e nem se sente, quando se está com pressa.
Algo moldado com a paciência e a lágrima, com o riso e o canto.
Não digo seu nome, não é necessário. Tu o sabes, e isso basta.
Que sente a dor e a tristeza de saber.
Sempre oprimido, arrancado e esquecido.
A você, dedico estes versos.
Sei que nada podemos, e a todo instante queremos mudar o mundo.
Mas, permita dizer-te: Você mudou o meu.
Sem mais abismos, sem mais trovoadas.
Só o sol resplandecente, o vento sul a soprar e a carregar o pólen da vida.
A você, meu amigo, a quem muito devo e a quem pertenço.
Entrego a ti, algo que não se vê e nem se sente, quando se está com pressa.
Algo moldado com a paciência e a lágrima, com o riso e o canto.
Não digo seu nome, não é necessário. Tu o sabes, e isso basta.
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