VELHA ESTAÇÃO DA LOUCURA
Eu anunciei de dia enquanto havia luz, que o velho trem de passageiros em cruz, que passaria naquela velha estação, chegaria à noite e não esperaria não, pois estava cansado de cruzar lado a lado nos trilhos o meu árido sertão.
Anunciei e esperei com muita atenção, o meu velho trem, naquela velha estação, fiquei sozinho, ninguém viajaria nem de noite ou de dia, nem jamais entraria naquela velha locomotiva, que levaria a deriva o meu inconstante coração.
Era o trem da ilusão, na velha estação da loucura, era somente eu numa viagem insegura, de vagão em vagão, ninguém que segurasse a minha mão, e o velho trem me levava, não haviam paradas, era longa a viagem, dias e noites de jornadas.
Oh maquinista! Pare essa máquina, a loucura me mata, a ilusão é nefasta, arranque os trilhos, descarrilhe os vagões, me leve de volta ao meu árido sertão, lá estava calmo, era muita sede e eu vi a miragem e me embarquei nessa viagem de alucinação.
Anunciei e esperei com muita atenção, o meu velho trem, naquela velha estação, fiquei sozinho, ninguém viajaria nem de noite ou de dia, nem jamais entraria naquela velha locomotiva, que levaria a deriva o meu inconstante coração.
Era o trem da ilusão, na velha estação da loucura, era somente eu numa viagem insegura, de vagão em vagão, ninguém que segurasse a minha mão, e o velho trem me levava, não haviam paradas, era longa a viagem, dias e noites de jornadas.
Oh maquinista! Pare essa máquina, a loucura me mata, a ilusão é nefasta, arranque os trilhos, descarrilhe os vagões, me leve de volta ao meu árido sertão, lá estava calmo, era muita sede e eu vi a miragem e me embarquei nessa viagem de alucinação.
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