Poema: meus Escantilhões
Elaborado em toda esta rudeza
ferro teima e talha
depois arqueja
petrifica a rubrica
cartas ordenadas à penteadeira
beijo doce ignorado
suspensos os tapetes em varal
suspensos onde pisastes
jurastes a si mesmo
seu letárgico
Inarmônico
áspero
liminar de réguas e medidas
tua medida
eu na medida da Minha medida
foda-se
esta é minha porta
se quiseres entre
a montanha russa aguarda
leitos de nuvem idem
regras áureas mas
dos meus escantilhões
agora aquieta-te
meu amor
perca-se em minhas esquinas
Poema: meus Escantilhões
Andrea Pereira Horne
ferro teima e talha
depois arqueja
petrifica a rubrica
cartas ordenadas à penteadeira
beijo doce ignorado
suspensos os tapetes em varal
suspensos onde pisastes
jurastes a si mesmo
seu letárgico
Inarmônico
áspero
liminar de réguas e medidas
tua medida
eu na medida da Minha medida
foda-se
esta é minha porta
se quiseres entre
a montanha russa aguarda
leitos de nuvem idem
regras áureas mas
dos meus escantilhões
agora aquieta-te
meu amor
perca-se em minhas esquinas
Poema: meus Escantilhões
Andrea Pereira Horne
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski