BORBOLETA
Ela me tomou pelas asas
E repousou-me no indicador em riste
Eu que estava triste
Fitei os olhos dela me observando
Deliciei-me em seu riso brando
Li seus lábios conversando
Gesticulando, contemplando
Comentando minha frágil pequenez
Sorvi o fresco suor de seu dedo
Matei minha sede
Repus energias
Senti que tornei seu dia mais feliz
Rocei as antenas num furtivo adeus
E voei
Voei
Voei
E repousou-me no indicador em riste
Eu que estava triste
Fitei os olhos dela me observando
Deliciei-me em seu riso brando
Li seus lábios conversando
Gesticulando, contemplando
Comentando minha frágil pequenez
Sorvi o fresco suor de seu dedo
Matei minha sede
Repus energias
Senti que tornei seu dia mais feliz
Rocei as antenas num furtivo adeus
E voei
Voei
Voei
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Museus
Os museus vazios: a que vieram essas construções monumentais se vazias ficaram suas salas e corredores sem vestígio do cotidiano do…
Darlan de Matos Cunha
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski