ansiedade
Minhas pernas balançam
E essa sensação eu já senti
Quando ela vem
Bate o medo de sentir
Eu já conheço essa velha amiga
que de amiga não tem nada
Não tem nada que eu possa fazer para impedir
Só esperar pra parar de sentir
Eu não queria estar onde eu estou
Não queria sentir o que sinto
Estou imóvel a varias coisas que me acontecem
Já não tenho mais reação
Eu só vivo e atropelo toda a acidez
Na ânsia de um momento que me faça feliz
Na ilusão de que algo ou alguém me fará assim
Na dúvida e na incerteza que me mata peito abaixo
Tudo mudou, se transformou em nata
Veio de antes, juntou-se do passado
É a camada de cima do que um dia já foi em baixo
Provém de algo
Se transformou em outro
Derivada de (um) que se forma em (varios)
E essa sensação eu já senti
Quando ela vem
Bate o medo de sentir
Eu já conheço essa velha amiga
que de amiga não tem nada
Não tem nada que eu possa fazer para impedir
Só esperar pra parar de sentir
Eu não queria estar onde eu estou
Não queria sentir o que sinto
Estou imóvel a varias coisas que me acontecem
Já não tenho mais reação
Eu só vivo e atropelo toda a acidez
Na ânsia de um momento que me faça feliz
Na ilusão de que algo ou alguém me fará assim
Na dúvida e na incerteza que me mata peito abaixo
Tudo mudou, se transformou em nata
Veio de antes, juntou-se do passado
É a camada de cima do que um dia já foi em baixo
Provém de algo
Se transformou em outro
Derivada de (um) que se forma em (varios)
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