O que faz sentido?
O que faz sentido?
Viver vivendo sem saber o que se vive?
Amar amando um estranho amor?
Beijar os lábios que não te beijam?
O que faz sentido?
Viver perdido entre os sentidos da alma?
Não encontrar-se em meio a tantos encontros?
A vida tem tantos sentidos incontidos,
Que os sentidos confundem que não tem sentimento,
Deixando os ressentidos perdidos em si.
Quantos melindres trazem um coração,
Se agarrando em coisas sem sentido,
Sem sentir os que o sentidos mostram,
Nesta existência de sentidos controversos,
Tal qual a interpretação usurpada da razão,
Cegando os sentidos mendicantes.
O que não faz sentido?
Ser indiferente a dor do outro,
Espelho da nossa própria fragilidade,
Sonegada pela nossa hipocrisia,
Em nome de uma imagem ofuscada,
Pretensioso deleite da afagada imperfeição.
Milhares de bocas condenam antes da justiça,
Andando em círculo diante dos seus abismos,
Supliciando inocentes com seus deuses internos,
Infernos de si nos infernos do outro,
Cadafalsos em mãos estranhas,
Ardilosos sorrisos enfadonhos.
Onde estão os sentidos das coisas?
Sofismas de muitos ao ossos alheios,
Imaterialidade nos ombros cansados,
Arrastando-se na estrada caótica da vida,
Devorando-se nas esquinas da sobrevivência,
Tétrica promiscuidade de sentidos patéticos.
O que faz sentido na ilógica humanidade?
Nestas lunáticas inconsequentes corridas?
Aqui deixo a pena sobre a mesa,
Olhando a próxima página em branco,
Premissas invisíveis da existência,
Sob meus olhos cansados,
Antes do meu repouso noturno.
Viver vivendo sem saber o que se vive?
Amar amando um estranho amor?
Beijar os lábios que não te beijam?
O que faz sentido?
Viver perdido entre os sentidos da alma?
Não encontrar-se em meio a tantos encontros?
A vida tem tantos sentidos incontidos,
Que os sentidos confundem que não tem sentimento,
Deixando os ressentidos perdidos em si.
Quantos melindres trazem um coração,
Se agarrando em coisas sem sentido,
Sem sentir os que o sentidos mostram,
Nesta existência de sentidos controversos,
Tal qual a interpretação usurpada da razão,
Cegando os sentidos mendicantes.
O que não faz sentido?
Ser indiferente a dor do outro,
Espelho da nossa própria fragilidade,
Sonegada pela nossa hipocrisia,
Em nome de uma imagem ofuscada,
Pretensioso deleite da afagada imperfeição.
Milhares de bocas condenam antes da justiça,
Andando em círculo diante dos seus abismos,
Supliciando inocentes com seus deuses internos,
Infernos de si nos infernos do outro,
Cadafalsos em mãos estranhas,
Ardilosos sorrisos enfadonhos.
Onde estão os sentidos das coisas?
Sofismas de muitos ao ossos alheios,
Imaterialidade nos ombros cansados,
Arrastando-se na estrada caótica da vida,
Devorando-se nas esquinas da sobrevivência,
Tétrica promiscuidade de sentidos patéticos.
O que faz sentido na ilógica humanidade?
Nestas lunáticas inconsequentes corridas?
Aqui deixo a pena sobre a mesa,
Olhando a próxima página em branco,
Premissas invisíveis da existência,
Sob meus olhos cansados,
Antes do meu repouso noturno.
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