Epítome
Lá estava eu e a poesia declamando estrelas,
Os versos voejavam iguais as borboletas,
Beijando a primavera seduzidas pelo perfume,
Grato cintilar de beleza majestosa,
Idílico céu desenhando pássaros,
Imagem dos meus pensamentos.
O tempo é uma cotovia que me encanta,
Igual a ela faço meu ninho no chão,
Esperança da eternidade do corpo a murchar,
Brincando com o relógio matreiro,
Rodopiando a alma encabulada,
Jogando amarelinha distraída.
Peguei a mão do vento feito menino,
Subi correndo a montanha do destino,
E quando lá cheguei extenuado,
Sentei-me ,espreguiçando-me na beleza;
Magnífica paisagem se abriu aos meus olhos,
Sorri agradecido de felicidade.
Lá de cima pude ver a pequenez do mundo,
Cumprimentando a grandeza do meu espírito,
Borbulhando pedras pelo ar feito nuvens,
Brincando com o sentido das coisas,
Acenando a inocência tocando o infinito,
Saltitando entre os astros multicores.
Afinal o que é a vida?
Senão um livro de páginas simétricas!?
Aqui imerso e nem percebi a alvorada,
Vou me despedindo em meus versos brancos,
Pintando meus sonhos na ponta do meu nariz,
Direção do meu olhar alquebrado de sono.
Os versos voejavam iguais as borboletas,
Beijando a primavera seduzidas pelo perfume,
Grato cintilar de beleza majestosa,
Idílico céu desenhando pássaros,
Imagem dos meus pensamentos.
O tempo é uma cotovia que me encanta,
Igual a ela faço meu ninho no chão,
Esperança da eternidade do corpo a murchar,
Brincando com o relógio matreiro,
Rodopiando a alma encabulada,
Jogando amarelinha distraída.
Peguei a mão do vento feito menino,
Subi correndo a montanha do destino,
E quando lá cheguei extenuado,
Sentei-me ,espreguiçando-me na beleza;
Magnífica paisagem se abriu aos meus olhos,
Sorri agradecido de felicidade.
Lá de cima pude ver a pequenez do mundo,
Cumprimentando a grandeza do meu espírito,
Borbulhando pedras pelo ar feito nuvens,
Brincando com o sentido das coisas,
Acenando a inocência tocando o infinito,
Saltitando entre os astros multicores.
Afinal o que é a vida?
Senão um livro de páginas simétricas!?
Aqui imerso e nem percebi a alvorada,
Vou me despedindo em meus versos brancos,
Pintando meus sonhos na ponta do meu nariz,
Direção do meu olhar alquebrado de sono.
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