Chama Apagando
Lesão em minh'alma
Cuja hemorragia não estanco,
Afeta-me profundamente,
Mundo torna preto e branco.
A dor advinda
De palavras proferidas,
Por outrem que não compreende
O pesar de minhas feridas.
Tratais meu esforço
Com maior displicência.
Libai-vos do meu sangue!
Enquanto cesso minha existência.
A celeridade de meus galgos
Somente eu sei.
Mas tornam a cobrar
O que jamais serei.
Cuja hemorragia não estanco,
Afeta-me profundamente,
Mundo torna preto e branco.
A dor advinda
De palavras proferidas,
Por outrem que não compreende
O pesar de minhas feridas.
Tratais meu esforço
Com maior displicência.
Libai-vos do meu sangue!
Enquanto cesso minha existência.
A celeridade de meus galgos
Somente eu sei.
Mas tornam a cobrar
O que jamais serei.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Maculável Mulher.
Por onde tu andares , lá estarei junto ... pois sempre que precisares de minha presença - com minhas mãos estendidas te recuperarei. Se…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Haicais sentido
Haicais sentido
Jorge E. Leal
Finjo no verão,
Não ver outras estações,
E curto as nuances. …
Julian Lael