QUANDO EM TREVAS EU ESTAVA

Quando em trevas eu estava
Não havia solução
Quanto mais eu caminhava
Era cega a direção
Estava preso ao pecado
Sem esperanças do perdão
Perdido e escravizado
Minha vida sem razão.

Quando encontrei um moço
As suas cãs de algodão
Que me enviou a um poço
À beira do caminho
Onde a fonte era viva
Eu não mais fiquei sozinho
Disse: filho beba e viva
E nunca mais tenha sede
Eu sou a luz e sua dádiva.

O Deus que te concede
O perdão e a liberdade
Que abro os teus olhos
E te amo de verdade
Assim encontrei Jesus
A fonte do perdão
E tomei a minha cruz
Seguindo em Sua direção.

Ipatinga, 27/05/2109
Erimar Santos.
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