Textualidade emocional
Existe uma certa beleza na tristeza
Algo em si nela que me atrai
Sinto me tentado a pensar nela
Sinto me tentado a pensar mais.
(...)
Despertei, nada muda.
A mesma cara, as mesmas lágrimas
Onde está ela?
Mundo é só o meu, meu e teu neste mundo não dá
Amor neste mundo não deu, amor aqui não dará.
Prolongar os momentos bons, sem ninguém para os prolongar
Não quero estar só, mas só neste mundo vou estar.
Sinto que nos momentos de maior calor,
Nesses momentos tão frios,
Não existo para tu existires.
Absorvo o calor da sala
A sala continua fria.
Não me percebo, mas tu percebes-me
Falo contigo quando estou sozinho
Será que me ouves? Será que existo?
Não existes, dizem-me e choro.
Não quero partilhar o tempo com eles.
A ilusão da mente, mantem me com esperanca
A realidade da mente, acorda me, sem confiança
Eu queria continuar deitado, sem ninguem ao meu lado
A falar com ela à noite.
O frio que me aquece a mente,
O pensamento sádico presente.
A triste realidade de um doente.
Não quero perder tempo perdido.
Neste momento estou completo,
O tanto que ainda não fiz.
Sentir me assim é normal.
A norma anormal urbana faz me querer continuar deitado.
Abstração é o meu remédio.
Pensamento é a minha verdade.
Sensação amarga em mim, sensação não familiar
Conheço-a como a palma da minha mão.
Algo em si nela que me atrai
Sinto me tentado a pensar nela
Sinto me tentado a pensar mais.
(...)
Despertei, nada muda.
A mesma cara, as mesmas lágrimas
Onde está ela?
Mundo é só o meu, meu e teu neste mundo não dá
Amor neste mundo não deu, amor aqui não dará.
Prolongar os momentos bons, sem ninguém para os prolongar
Não quero estar só, mas só neste mundo vou estar.
Sinto que nos momentos de maior calor,
Nesses momentos tão frios,
Não existo para tu existires.
Absorvo o calor da sala
A sala continua fria.
Não me percebo, mas tu percebes-me
Falo contigo quando estou sozinho
Será que me ouves? Será que existo?
Não existes, dizem-me e choro.
Não quero partilhar o tempo com eles.
A ilusão da mente, mantem me com esperanca
A realidade da mente, acorda me, sem confiança
Eu queria continuar deitado, sem ninguem ao meu lado
A falar com ela à noite.
O frio que me aquece a mente,
O pensamento sádico presente.
A triste realidade de um doente.
Não quero perder tempo perdido.
Neste momento estou completo,
O tanto que ainda não fiz.
Sentir me assim é normal.
A norma anormal urbana faz me querer continuar deitado.
Abstração é o meu remédio.
Pensamento é a minha verdade.
Sensação amarga em mim, sensação não familiar
Conheço-a como a palma da minha mão.
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