VENENO MORTAL
Eu andei, corri e fugi enquanto pude
Não olhei para trás por grande temor
Assombrado tomei uma severa atitude
Diante da fúria de um ódio avassalador.
Em tempos de paz, se faz a guerra
As armas incutidas nas ideias
A munição farta salta e não erra
Através das podres bocas ateias.
A serpente de veneno ardente
Que a língua rastreia as vítimas
A víbora que revolve na areia quente
Suas picadas são mortais e íntimas.
Os laços se me armaram prontos
As ciladas postas em todos os cantos
Os conflitos se contavam em pontos
Porque a morte abraçava aos tantos.
Ipatinga, 11/06/2019
Erimar Santos.
Não olhei para trás por grande temor
Assombrado tomei uma severa atitude
Diante da fúria de um ódio avassalador.
Em tempos de paz, se faz a guerra
As armas incutidas nas ideias
A munição farta salta e não erra
Através das podres bocas ateias.
A serpente de veneno ardente
Que a língua rastreia as vítimas
A víbora que revolve na areia quente
Suas picadas são mortais e íntimas.
Os laços se me armaram prontos
As ciladas postas em todos os cantos
Os conflitos se contavam em pontos
Porque a morte abraçava aos tantos.
Ipatinga, 11/06/2019
Erimar Santos.
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