Bravura
Aonde vais audaz guerreiro,
Não despreze os perigos,
Já é noite neste coração,
Siga depois da aurora,
Na beleza da luz vivificante,
Sentindo o brilho da vitória,
Segurança de tua alma andante.
Bravo é o teu destino,
Amor cortês que te revela,
Beija a nobreza os teus passos,
Cortejando a morte feiticeira,
Cavalgando entre os teus olhos,
Encruzilhadas de tua galante coragem.
Não temas as emboscadas tua fortaleza,
Empunhe a espada e lute,
Deixe que o olhar altivo te guie,
Lisonjeira honra a inusitada morte,
Galopando entre teu pávido espírito,
Sorrindo ao teu funeral.
Que seja digno o último ato,
Garboso fim ao confidente silêncio,
Levando nas mãos teu baluarte,
Espólio luzente do intrépido amor,
Porta do paraíso ao último combate,
Obstinada vitória ao céu florescido.
Sirlânio Jorge Dias Gomes
Não despreze os perigos,
Já é noite neste coração,
Siga depois da aurora,
Na beleza da luz vivificante,
Sentindo o brilho da vitória,
Segurança de tua alma andante.
Bravo é o teu destino,
Amor cortês que te revela,
Beija a nobreza os teus passos,
Cortejando a morte feiticeira,
Cavalgando entre os teus olhos,
Encruzilhadas de tua galante coragem.
Não temas as emboscadas tua fortaleza,
Empunhe a espada e lute,
Deixe que o olhar altivo te guie,
Lisonjeira honra a inusitada morte,
Galopando entre teu pávido espírito,
Sorrindo ao teu funeral.
Que seja digno o último ato,
Garboso fim ao confidente silêncio,
Levando nas mãos teu baluarte,
Espólio luzente do intrépido amor,
Porta do paraíso ao último combate,
Obstinada vitória ao céu florescido.
Sirlânio Jorge Dias Gomes
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