No Banco da praça.
A noite na praça
Enquanto jovens dançam
Idosos se observam
E o pipoqueiro faz seu trabalho
O ar é bucólico
E o diálogo é leve e descontraído.
Assim como os teus passos tímidos
Ao entrar no café
Pra pedir ao tempo que espere a vontade passar
E possa servir uma xícara com afeto e boa companhia.
Sem a pressa do ponteiro do relógio
Não me incomoda a tua despedida
Sei que o tempo as vezes morre,
Mas o teu sorriso, é vida.
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