Vitrine
Caminhando nas jovens marcas do do meu rosto, minhas mãos caiem em abismo fatais!
Não são de distância, faca, morte, mas de antes e depois e agora e vida?!
Tanto tempo fui caindo que a vida “levou os meus vinte anos, o meu coração”
Tanto tempo fui caindo que a vida “levou os meus vinte anos, o meu coração”
As mãos seguem escrevendo está caminhada pretérita!
Mas eu em repulso, como o braço que ficou de fora do giro doce e alegre de um carrossel,
por meio da vitrine da uma loja,
tristemente reconheço e vejo que minha história fora e será negra!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*