Ventos
Ventos
Os ventos alimentam a terra
Com a esperança do pólen que carregam.
Mas tu não percebia.
A alma ainda abraçada ao inverno
Se aconchegava aos antigos pensamentos
De proteção e calor.
Você não ouvia o vento que semeava as primeiras flores
E a criança entre seus braços
Ainda se chamava Medo.
Os ventos alimentavam a terra
Com a esperança do pólen que carregam.
Mas tu não percebia,
A alma ainda abraçada ao inverno
Se aconchegava aos antigos pensamentos
De proteção e calor.
Você não ouvia o vento semeando as primeiras flores
E à criança entre seus braços
Ainda a chamava Medo.
Os ventos antecipavam
as flores
Mas você só ouvia os lamentos
Que em outros tempo te traziam
Sinais da guerra.
O corpo e alma fundidos
Numa mesma carapaça
Não podiam ser redimidos
Desse tempo
Quase um sono profundo
Sob o vento
Que te libertava.
Os ventos alimentam a terra
Com a esperança do pólen que carregam.
Mas tu não percebia.
A alma ainda abraçada ao inverno
Se aconchegava aos antigos pensamentos
De proteção e calor.
Você não ouvia o vento que semeava as primeiras flores
E a criança entre seus braços
Ainda se chamava Medo.
Os ventos alimentavam a terra
Com a esperança do pólen que carregam.
Mas tu não percebia,
A alma ainda abraçada ao inverno
Se aconchegava aos antigos pensamentos
De proteção e calor.
Você não ouvia o vento semeando as primeiras flores
E à criança entre seus braços
Ainda a chamava Medo.
Os ventos antecipavam
as flores
Mas você só ouvia os lamentos
Que em outros tempo te traziam
Sinais da guerra.
O corpo e alma fundidos
Numa mesma carapaça
Não podiam ser redimidos
Desse tempo
Quase um sono profundo
Sob o vento
Que te libertava.
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