O Primeiro Futuro
Tudo surge do Caos,
Os grandes nascerão dele,
Após, os pequeninos
Aparecem para provir
Carrancos e catrancos,
Precisos na precisão da forma
Para o poder de sonhá-los,
Para o novo se desencadear.
Acaso irão recorrer a mim?
Assim, ao velho se memorizar,
Aquele da pomba ou corvo,
O que se dará no fim?
- Entre as estrelas devo estar-
Ou no início do novo.
Do Dragão Vermelho,
A estrela a lampejar,
Sem força tenta lembrar,
Sem lava como um beijo.
Os oriundos, lá próximo,
Os raios o fazem ficar,
Suas luzes são o trovar
Daquele nosso futuro.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*