Eu Procuro o País das Maravilhas.
Eu procuro o país das maravilhas.
Procuro o país das maravilhas para bebericar um gole de chá ao entardecer com o chapeleiro e a lebre. Para brincarmos de pega pega ao anoitecer até o amanhecer. Pois hoje, eu quero enlouquecer ao som de xícaras se quebrando no chão. Quero viver altas travessuras com o gato de Cheshire, aquele qual possuía um sorriso tão largo quanto. Seríamos ótimos amigos, comeríamos bolo na mais alta lua que o tal país possuirá e, por fim, pitaríamos a cara da rainha de copas toda a noite antes de adormecer em seu profundo sono.
Eu procuro o país das maravilhas para dançar com a Rainha branca nas festas a qual tanto se entediava. Brincaria de professora e aluna como se fossemos crianças no jardim de infância, puras e inocentes, sem nenhum mau caindo sobre nós. Passaria minhas tardes na biblioteca, estudando mais sobre aquele país tão maravilhoso quanto o nome que possuía. O coelho branco vivia atrás de si, lembrando a de seus compromissos. Isso provavelmente irritava a mesma.
Absolem ensinaria para si as batalhas no qual presenciou nos tempos antigos, sendo o ser mais sábio do local, contava sobre as maldições e filosofias que aprendera ao longo da vida. Sempre que fosse visitar a lagarta azul, ela lhe ofereceria seu cachimbo, embora soubesse que era nova de mais para tal ação.
Eu seria Alice, a menina mais amada do país das maravilhas. Adormeceria com todos ao meu redor, contando histórias e dando beijinhos carinhosos em meu rosto. Fugiria do mundo no qual vivia e assim, encontraria meu lugar. A rainha de copas jogaria golfe comigo enquanto seus soldados pintavam as rosas esbranquiçadas para o vermelho sangue. Ela não cortaria minha cabeça, pois eu quem mandaria nesse lugar. As rosas cantariam para mim todo dia uma música animada, Branca e eu dançaríamos até não sentir mais nossos pés.
O país das maravilhas pertence a mim e eu pertenço ao país das maravilhas. Nele, eu posso sonhar o mais alto que posso. Ninguém vai estragar o que almejo.
Eu sou Alice, a rainha do país de maravilhas.
Procuro o país das maravilhas para bebericar um gole de chá ao entardecer com o chapeleiro e a lebre. Para brincarmos de pega pega ao anoitecer até o amanhecer. Pois hoje, eu quero enlouquecer ao som de xícaras se quebrando no chão. Quero viver altas travessuras com o gato de Cheshire, aquele qual possuía um sorriso tão largo quanto. Seríamos ótimos amigos, comeríamos bolo na mais alta lua que o tal país possuirá e, por fim, pitaríamos a cara da rainha de copas toda a noite antes de adormecer em seu profundo sono.
Eu procuro o país das maravilhas para dançar com a Rainha branca nas festas a qual tanto se entediava. Brincaria de professora e aluna como se fossemos crianças no jardim de infância, puras e inocentes, sem nenhum mau caindo sobre nós. Passaria minhas tardes na biblioteca, estudando mais sobre aquele país tão maravilhoso quanto o nome que possuía. O coelho branco vivia atrás de si, lembrando a de seus compromissos. Isso provavelmente irritava a mesma.
Absolem ensinaria para si as batalhas no qual presenciou nos tempos antigos, sendo o ser mais sábio do local, contava sobre as maldições e filosofias que aprendera ao longo da vida. Sempre que fosse visitar a lagarta azul, ela lhe ofereceria seu cachimbo, embora soubesse que era nova de mais para tal ação.
Eu seria Alice, a menina mais amada do país das maravilhas. Adormeceria com todos ao meu redor, contando histórias e dando beijinhos carinhosos em meu rosto. Fugiria do mundo no qual vivia e assim, encontraria meu lugar. A rainha de copas jogaria golfe comigo enquanto seus soldados pintavam as rosas esbranquiçadas para o vermelho sangue. Ela não cortaria minha cabeça, pois eu quem mandaria nesse lugar. As rosas cantariam para mim todo dia uma música animada, Branca e eu dançaríamos até não sentir mais nossos pés.
O país das maravilhas pertence a mim e eu pertenço ao país das maravilhas. Nele, eu posso sonhar o mais alto que posso. Ninguém vai estragar o que almejo.
Eu sou Alice, a rainha do país de maravilhas.
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