Acto ignóbil
Porque não voltas a entrar,
de novo,
por aquela porta
e te dás ao acto ignóbil da entrega?
Porque não voltas
à ilusão de um almoço
onde um abraço
se transforma num outro acto de prazer?
Porque te escondes
na esplanada
junto ao mar
iludindo o teu carácter nobre, mentindo?
Porque insistes
na mentira,
de ti própria,
e a ti própria te enganas atormentada?
Porque insistes
na fuga desleal
aos que te rodeiam
e não fogem de ti porque te amam?
Porque não olhas como gostas de fazer, observando?
Alexandre Silva.
29 Maio 2019
Escrita 2019
de novo,
por aquela porta
e te dás ao acto ignóbil da entrega?
Porque não voltas
à ilusão de um almoço
onde um abraço
se transforma num outro acto de prazer?
Porque te escondes
na esplanada
junto ao mar
iludindo o teu carácter nobre, mentindo?
Porque insistes
na mentira,
de ti própria,
e a ti própria te enganas atormentada?
Porque insistes
na fuga desleal
aos que te rodeiam
e não fogem de ti porque te amam?
Porque não olhas como gostas de fazer, observando?
Alexandre Silva.
29 Maio 2019
Escrita 2019
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