A corda a dar
Sintético sincretismo é uma perspectiva
De juntar a visão de um com a outra perspectiva da vida
E conseguir um novo caminho sem tantos espinhos
O sincretismo brasileiro sempre achei maneiro
Uma prática braçada explícita ou inconscientemente por um povo inteiro.
Foi por lá que o meu beco sem saída encontrou alguns caminhos
Deixei de homenagear os vinhos, aceitei o que sempre havia recusado como condenado
Literalmente
E figurativamente ganhei o que quando voltei vi que perdi
De novo fechado reservado atormentado açoitado pelo próprio chicote
Como ir para o casamento sem dote e ficar emburrado
Como nunca aceitar nada de mim ou dos outros e andar amuado
De semblante fechado, ensimesmado, cego surdo e verboso
Como um seboso orador que só se queixa e nunca diz o que pensa
Uma real auto ofensa um desvirtuamento de si
Uma máscara feia que se mostra na rua e depois fixa
Hoje nem vivo aqui, quem aparece é alguém que se não conhece
Um de que ninguém se compadece pois de fato não o merece
É o pior ser de si feito concreto, um eu abjeto
Cercado de sirenes que queria ser rodeado de lindas sereias e falar sem peias
Não dizer o que não pensa apenas deixar_se falar
Abrir a porta para o que pode dar.
Até à data se constata a total falácia de si, caída na falta de audácia
Vontade de destruição e sua própria voz denegrida.
Aceitação da imagem que lhe dão para se enforcar
E ainda dar a corda para o laço se dar e justo amarrar.
De juntar a visão de um com a outra perspectiva da vida
E conseguir um novo caminho sem tantos espinhos
O sincretismo brasileiro sempre achei maneiro
Uma prática braçada explícita ou inconscientemente por um povo inteiro.
Foi por lá que o meu beco sem saída encontrou alguns caminhos
Deixei de homenagear os vinhos, aceitei o que sempre havia recusado como condenado
Literalmente
E figurativamente ganhei o que quando voltei vi que perdi
De novo fechado reservado atormentado açoitado pelo próprio chicote
Como ir para o casamento sem dote e ficar emburrado
Como nunca aceitar nada de mim ou dos outros e andar amuado
De semblante fechado, ensimesmado, cego surdo e verboso
Como um seboso orador que só se queixa e nunca diz o que pensa
Uma real auto ofensa um desvirtuamento de si
Uma máscara feia que se mostra na rua e depois fixa
Hoje nem vivo aqui, quem aparece é alguém que se não conhece
Um de que ninguém se compadece pois de fato não o merece
É o pior ser de si feito concreto, um eu abjeto
Cercado de sirenes que queria ser rodeado de lindas sereias e falar sem peias
Não dizer o que não pensa apenas deixar_se falar
Abrir a porta para o que pode dar.
Até à data se constata a total falácia de si, caída na falta de audácia
Vontade de destruição e sua própria voz denegrida.
Aceitação da imagem que lhe dão para se enforcar
E ainda dar a corda para o laço se dar e justo amarrar.
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