Na hora do bote dos Bots e ataque de drone,
A epidemiologia a disseminar fake news, a toldar nossa vista,
Não há muito quem assista e mesmo assim resista.

Tinge-se a manhã no sangue místico,
Explosão dos horrores derrotados,
Forças de balanço contra o ranço,
Odor do demi monde sem saber aonde.
Mata-se sem piedade aqui e acolá
Mata-se, sem razão, aonde quer vão.
 
Gente nas diversas Igrejas Ora toda a hora
E nunca reclamam de toda a demora.
Aspira-se a justificar a maldade no mundo.
 
Como se a cabal explicação do tempo 
Parasse as nevascas do Alasca,
Ou twisters no show me state.
 
Tudo são perspetivas e vistas antigas
Dos pais fundadores desta e daquela sociedade,
Onde as verdades se penam fora da confissão, escondidas,
Onde só as lucrativas explicações, proferidas com probidade,
Exalam dos mass media, redes sociais, bots e outros que tais.
O bote de uma Slytherin pós WYSIWYG sem medida,
Uma fenda na gente, desumanização desmedida,
Esperança sempre aludida nunca cumprida. 
 
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