TERNURA
Desconfio que ao teu coração faço algum bem
Pois recolho teu gratuito sorriso quando escolho
Passar uns momentos grudado em teus olhos
Não consigo te imaginar longe dos meus planos
Fora até mesmo dos santos demônios
Que atiçam perpendicularmente minha imaginação
Conheço-te melhor que a mim e te preciso
De todas as maneiras inclusive as blindadas
Pelo sofrimento indesejável do inesperado
Aprendemos a repartir os sentimentos
Os gostos pelos prazeres suaves da natureza
De nos reconhecermos nos apegos mínimos
Onde se aclara a saudade que acabamos sentindo
Há uma doce ternura religando toda essa certeza
Pois recolho teu gratuito sorriso quando escolho
Passar uns momentos grudado em teus olhos
Não consigo te imaginar longe dos meus planos
Fora até mesmo dos santos demônios
Que atiçam perpendicularmente minha imaginação
Conheço-te melhor que a mim e te preciso
De todas as maneiras inclusive as blindadas
Pelo sofrimento indesejável do inesperado
Aprendemos a repartir os sentimentos
Os gostos pelos prazeres suaves da natureza
De nos reconhecermos nos apegos mínimos
Onde se aclara a saudade que acabamos sentindo
Há uma doce ternura religando toda essa certeza
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